Artigo publicado na revista Nature de Dezembro de 1995 mostrou, através da codificação do gene da obesidade em ratos e humanos, que um produto protéico produzido por esse gene sinalizaria a necessidade de diminuição da ingesta alimentar e do aumento do gasto energético nas 24 horas. Este produto, quando administrado em ratos geneticamente obesos, levou-os a impressionante perda ponderal. Chamado Leptima ( do grego leptós = magro ), acena como uma promessa futura. Trata-se de proteína e portanto utilizada via parenteral Os direitos de exclusividade de exploração dos produtos derivados dessa descoberta foram comprados por uma empresa americana por cerca de 20 milhões de dólares.
Sabemos que em muitas formas de tratamento são oferecidas: Dietas radicais, fórmulas milagrosas que prometem emagrecer sem sacrifício, bebidas emagrecedoras e aparelhos de ginástica enchem de esperança aqueles que desejam perder peso e estão sempre à espera de uma solução, de preferência sem abrir mão de seus hábitos alimentares, sabidamente inadequados. É preciso saber, que infelizmente não existe ainda uma cura para a obesidade. É necessário, portanto, controle permanente e duradouro dos fatores de risco passíveis de modificação. Isto significa dizer que o indivíduo que tem facilidade para engordar precisa aceitar este problema e adotar hábitos que dificultem a manifestação dessa tendência. O ideal é promover conscientização desde a infância ou adolescência, já que em muitos casos o tratamento, e principalmente a manutenção dos resultados obtidos, é bastante difícil